sexta-feira, 16 de outubro de 2009

(sem título)

Despeço-me e (des)peço-te: pare (não dispare, não repare). O primeiro passo depois do adeus não é o fim: é o começo de uma nova despedida.

5 comentários:

Marina Melz disse...

Não custa avisar: não é filler. É vício. Tá parado aqui no desktop desde que o tema foi postado. e foi alterado 456 vezes desde então.

Fábio Ricardo disse...

gostei da última frase. mandou bem.

Rodrigo Oliveira disse...

tem uma parada bem parecida com isso no O Evangelho Segundo Jesus Cristo, do Saramago, na cena em que Jesus volta pra casa depois de 4 anos com o Pastor, em que adia a chegada prevendo a inevitável e próxima partida...

Marina Melz disse...

Rodrigo, não li ainda o Evangelho. Mas fiquei todatoda com a ligação.

Félix B. Rosumek disse...

Bem, como mini-conto (esse não é micro!), dá para perceber que tem seu refinamento. O otimismo melancólico (ou pessimismo alegre?) da última frase foi uma boa.