sábado, 26 de setembro de 2009

Nano

No espelho, um forasteiro.

4 comentários:

Marina Melz disse...

Pá!

Fábio Ricardo disse...

Ah, só queria adiantar os comentários de "filler" dizendo que deu uma trabalehira do cão fazer isso aqui, hehee. COmecei com um paragrafo de texto estilo Melz, de umas 8 linhas. Daí me toquei que o calor das emoções do texto estavam somente em 3 frases dele, entao cortei o resto fora e trabalhei em cima delas.
Daí, seguindo o q o professor do curso de poesia do sesc disse, cortei todas as palavras que nao eram essenciais à passagem do sentimento. Sobraram duas linhas. Enxuguei todos os adjetivo e palavras que poderiam ser apagadas dessas duas linhas e sobrou um troço minusculo.

Daí percebi que a primeira frase era só uma preparação para a segunda. Tipo um "explicar a piada". E cortei ela tbm.

Daí sobrou isso aí. Um nano conto de 4 palavras resumindo todo o assunto que eu ocmecei lah no começo da semana.


Como exercício, foi bacana. Como resultado, sei não.

Rodrigo Oliveira disse...

Deja vu, não? Mas é bacana. Talvez micro fosse melhor, mas nano é um novo exercício. Curto essa busca da síntese suprema. às vezes é ali que a gente descobre a essencia de um texto ou de uma ideia. que pode ficar bem num texto microscópio ou em páginas e páginas norteadas por ela.

Félix B. Rosumek disse...

Interessante falares o procedimento de composição, mesmo para um resultado curto. É uma das coisas que mais aprecio no Duelo, quando a gente discute a construção, estilo "Filosofia da Composição".

A minha opinião pessoal abstrata subjetiva por microcontos (1/1000000 conto?) se estende aos nano (1/1000000000 conto?). Não me chamam muito a atenção por serem simples demais (mas creio que a intenção não seja diferente disso, só não me agrada).

Detalhe que, nesse caso específico, a primeira sensação que tive também foi o deja vu. Há pouco tempo um texto com essa idéia apareceu aqui, só não lembro de quem foi (teu mesmo?).